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Professores reclamam não ter reajuste há 5 anos

Nesta terça-feira (25), professores da rede municipal de ensino realizaram um protesto na frente da Prefeitura. Traziam em mãos uma carta para entregar ao prefeito João Henrique (PMDB), mas acabaram por concedê-la ao secretário de Educação, João Carlos Bacelar. Eles ameaçam não iniciar o ano letivo, no dia 14 de fevereiro, caso as reivindicações não sejam atendidas. Ao todo, são 418 escolas, com 139.724 alunos matriculados. Segundo Elza Melo, diretora da APLB-Sindicato, a categoria requer a implantação do plano de saúde; o pagamento de salário de terceirizados, como merendeiras e trabalhadores da limpeza, e a recontratação de seguranças terceirizados. A classe cobra, ainda, solução para o déficit de 1,5 mil professores, além de aumento salarial, inexistente há seis anos. Bacelar garantiu que irá conversar com o prefeito, “tão logo ele volte de Brasília”, e agendou, para o dia 4 de fevereiro, uma nova reunião com os professores. Uma nova assembleia está marcada pela APLB para o próximo dia 7 de fevereiro. Informações do A Tarde.