Tato pode resolver briga entre PP e PDT
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O prefeito de Cachoeira, Tato Pereira (sem partido), pode ir para a Integração Regional
A solução para o principal entrave no fechamento do secretariado, a disputa partidária pelos espaços no governo do Estado, poderá passar por abrigar um ex-peemedebista no PDT e cedê-lo uma pasta. A legenda, maior inconformada com a montagem da equipe, tem cinco deputados estaduais e quatro federais, assim como o PP, e argumenta que deveria ter uma fatia semelhante do bolo. Originalmente, o PDT teria apenas a Secti, que deve ser destinada a Nestor Duarte, suplente da senadora eleita Lídice da Mata (PSB). Os pepistas, por sua vez, com a força do vice-governador, Otto Alencar, e do ministro das Cidades, Mário Negromonte, não pretendem ceder, até porque o partido foi essencial no preenchimento da lacuna deixada pelo PMDB, à época do rompimento entre Geddel Vieira Lima e Wagner. Ao PP, inicialmente, estariam destinadas três pastas, além da Seinfra, já ocupada oficialmente por Alencar, que entrou na cota pessoal de Jaques Wagner: A Seagri, cujo nome do atual titular Eduardo Salles é cotado como favorito, a Seinp, em que Roberto Paulo Benjamin de Oliveira pode ser mantido ou substituído, possivelmente, por Wilson Brito, e a Sedir, que deverá ser a moeda de troca. Como forma de equilibrar, já é especulada a ida do prefeito de Cachoeira, Tato Pereira, ex-PMDB e hoje sem partido, para a Integração Regional. No acordo, ele se filiaria à sigla brizolista e amenizaria as constantes reclamações do presidente pedetista na Bahia, Alexandre Brust.