LICEU DE ARTES MERGULHADO EM FRAUDE
Conforme matéria publicada ontem (ver nota) e prossegue hoje no jornal “ A Tarde”, foram encontradas notas fiscais frias de até R$ 2,3 milhões emitidas por empresas consideradas inaptas pela Receita Federal para o Liceu de Artes e Ofícios da Bahia. As notas irregulares mais antigas datam de 1999. A empresa de nome Ana Angélica de Oliveira Alves/Intergraph é uma das citadas pela Receita Federal na auditoria entregue ao Liceu em 2003 e apresentou o valor mais alto: R$ 2.392.061,20. Uma outra de nome Manhattan Participações e Empreendimentos emitiu notas sem validade legal que somam R$ 1,2 milhão, somente em 1999. Já a Gráfica e Editora Oriente Ltda. apresentou notas frias que somam mais de R$ 600 mil, entre outras.