Saúde: manutenção de equipamentos pode parar
Por (Rafael Rodrigues)
Equipamentos podem ficar sem manutenção
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) há quatro meses não paga as cinco empresas que prestam serviço de manutenção dos equipamentos utilizados nas unidades básicas, nos postos do Programa Saúde da Família, nos centros de saúde, nas viaturas do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), nos centros odontológicos e nos pronto atendimentos. Entre outros, são ferramentas essenciais para o funcionamento dos serviços, como desfibriladores, monitores cardíacos, aparelhos de ultra-som e microscópios. Somadas as dívidas dos cinco contratos (dois com a empresa Metary Maquinas e Servicos Ltda, e um com Empreendimentos allmed Ltda, Hosana Manutencao de Equipamentos Cientificos Ltda e Vidatec Servicos Comercio e Representacoes Ltda), o montante é de apenas R$ 741 mil, valor relativamente baixo para a pasta. Mas, diante a crise financeira por que passa o Executivo municipal, os empresários do setor, em contato com BN, reclamam de não receber sequer uma estimativa de quando a situação será regularizada. Para pressionar os gestores, os prestadores do serviço ameaçam parar no dia 20 deste mês. É porque, após essa data as despesas que não foram empenhadas vão para o restos a pagar, e o problema ficará para 2011. O BN solicitou à Secretaria de Saúde, desde a semana passada, explicações para o problema, mas não obteve respostas.