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Sucom quer ajudar Ebal no caso da Ceasinha

Por (João Gabriel Galdea)

Depois que a direção da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) tomou a iniciativa de fazer uma enquete junto aos frequentadores da Ceasa do Rio Vermelho, da qual é administradora, sobre a interdição do local, solicitada pelo Ministério Público junto à Justiça, a Superintendência de Uso e Controle do Solo do Município (Sucom), responsável pela fiscalização do local, emitiu nota nesta sexta-feira (3) em que esclarece o motivo das vistorias técnicas que têm sido feitas na Ceasinha, desde 2009. A Ebal é cobrada pelo órgão com relação à regularização do estabelecimento, principalmente no que diz respeito às normas de segurança. Segundo a Sucom, as ações fiscais da entidade se baseiam na Lei Municipal de Manutenção Predial. De acordo com a superintendência, o decreto municipal que estabelece normas de proteção contra incêndio e pânico prevê que qualquer edificação com área superior a 750 m², e com ocupação pública, deve apresentar um projeto de proteção contra incêndio e pânico para aprovação na prefeitura. Apesar das ações, o superintendente da Sucom, Cláudio Silva, afirma que pretende ajudar a Ebal a solucionar o problema junto à Justiça. “Somos parceiros do governo do Estado e entendemos a importância da Ceasa. Estamos à disposição para apoiar a Ebal na solução desse problema”, declarou.