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Ninguém quer a liderança da oposição

Foto: Correio da Bahia

Com a derrota eleitoral de nomes de peso da bancada da oposição como Heraldo Rocha (DEM) e Carlos Gaban (DEM); o tom mais ameno adotado por Gildásio Penedo (DEM) devido sua aproximação com o vice-governador eleito Otto Alencar (PP), e a nomeação de João Carlos Bacelar (PTN) à Secretaria de Educação de Salvador, não sobraram muitas opções para a função de líder da oposição. Com uma bancada reduzida, de apenas 12 parlamentares, todos os deputados com experiência e respaldo na AL para assumir a liderança preferem pular fora. É o caso de Paulo Azi (DEM), que rechaçou a possibilidade; assim como Leur Lomanto Jr. (PMDB), que foi enfático ao dizer que “não tem pretensão” e que não é a sua “vontade” assumir o posto.   Opositor ferrenho, o deputado Elmar Nascimento (PR) também nega a perspectiva. “Não. Tem muitos colegas que podem ser. Acho também que isso não se trata de candidatura, mas de convocação”, disse, em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia, ao defender que a escolha parta de líderes políticos da oposição, como Paulo Souto, Geddel e César Borges.