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Projovem: documentos falsos e desvio de verbas

O suposto esquema de corrupção que derrubou o secretário municipal de Educação, Carlos Soares, desvendado por investigação do Ministério Público (MP-BA), desviou R$ 7,8 milhões de verbas públicas. A assistente social Sara Rocha Almeida, assessora-chefe da Secult, e o procurador do município, Felipe Alves Santiago Filho, também denunciados à Justiça por irregularidades no ProJovem, mas foram mantidos nos cargos. Também foram indiciados os empresários Telmo Luiz de Oliveira e Paulo Roberto de Araújo Ferreira, proprietários, respectivamente, da Faculdade Evangélica de Salvador e do Instituto de Desenvolvimento Humano (Idesh). O Projovem prevê a profissionalização de pessoas de 18 a 24 anos. De acordo com as investigações, houve fraude na obrigatoriedade de licitação, superfaturamento de despesas, utilização de documentos falsos para comprovação de gastos, desvio da finalidade na aplicação dos recursos, entre outras acusações. Informações do A Tarde.