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INDENIZAÇÃO PARA VÍTIMAS DA REPRESSÃO

Famílias de mortos e desaparecidos baianos pelo regime militar estão aguardando somente a abertura dos arquivos da ditadura sobre as operações da guerrilha do Araguaia (1966-1974), no sul do Pará, para cobrar indenizações e pensões na Justiça. A expectativa é a de que o governo cumpra decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e apresente até fevereiro documentos secretos das Forças Armadas, respondendo à ação movida há 25 anos por 22 parentes das vítimas. Primeiro, eles querem a identificação e a localização dos restos mortais de guerrilheiros. O STJ deu prazo de 120 dias a contar do fim de setembro. Conforme a representante dos familiares e diretora do Grupo Tortura Nunca Mais (GTNM) da Bahia, Diva Santana, “esta página da história ainda não foi virada, nem as cicatrizes fechadas”. Informações do jornal "A Tarde".