INSATISFAÇÃO TAMBÉM NA BASE GOVERNISTA
Mesmo na base aliada, a troca de banco não foi vista com bons olhos. O deputado Ângelo Coronel (PR) acredita que o funcionalismo público, principalmente no interior do Estado, será prejudicado. “Diferente do BB, o Bradesco tem 100% de cobertura na Bahia. Outra questão importante é que existem mais de R$ 170 milhões em empréstimo consignado e outros R$ 70 milhões que não são descontados em folha. E agora, como fica isso? O BB vai arcar com o prejuízo?”, questiona o neogovernista que também acredita na impossibilidade prática da adequação do BB as necessidades do Estado no período de 30 dias.