SESAB COBRA DE PREFEITURAS INVESTIMENTO EM UTIs
Somados os leitos dos hospitais públicos e particulares que atendem pelo SUS, a Bahia ainda enfrenta um déficit na rede pública de 395 leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Devido à inauguração de novas unidades, o número é quase quatro vezes menor do que o registrado em 2007, quando esse saldo negativo era da ordem de 1,2 mil. Para a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab),o problema não é de responsabilidade apenas do órgão. Segundo a Sesab, as administrações de cidades de referência macro-regionais deveriam solicitar ampliação da oferta de vagas na rede dos hospitais particulares que atendem pelo SUS. Na opinião do diretor da Rede Hospitalar do Estado, Renan Araújo, os municípios não investem no serviço de urgência. “Os hospitais particulares não têm as portas das emergências abertas para o paciente do Sistema Único de Saúde (SUS). Os hospitais públicos estão cheios porque não fechamos as portas. A prefeitura deve contratualizar leitos em UTIs de hospitais filantrópicos e privados pelo SUS. O Município deve investir dinheiro próprio para abertura de vagas em urgências e UTIs para também contribuir”, cobrou Araújo. Informações da Tribuna da Bahia.