CONCORRENTES PEDEM VOTOS EM CONSIDERAÇÕES
Por (Lucas Esteves)

As considerações finais dos candidatos ao Governo do Estado após o debate da Aratu foi focada na barganha por votos junto ao eleitorado que acompanhava o evento em casa. Às vésperas do pleito, as pesquisas não foram citadas como números definitivos nem pelo governador Wagner, largamente cotado para a reeleição imediata, enquanto Marcos Mendes pediu categoricamente “Não acredite nas pesquisas”. Para ele, o Psol não tem dinheiro sujo nas mãos e independência para fazer uma mudança real. Já Luiz Bassuma repetiu discurso e apelou para que o eleitorado que deseja uma mudança apele para os desejos dos corações das pessoas e que acreditem que o trabalho continuado rende frutos. Para Geddel Vieira Lima, o cerne de sua campanha gira em torno da certeza de que é chegada a hora de estar á frente de seu estado para, rapidamente, fazer grandes mudanças. O governador Jaques Wagner, por sua vez, reafirmou seu nome como o escolhido de Lula e Dilma Rousseff para continuar as atuais mudanças sociais e econômicas do estado. Mudanças essas que foram questionadas por Paulo Souto, que mais criticou do que agradeceu ou apelou ao eleitor em suas últimas palavras.