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MENSALÃO NO AMAPÁ ERA DE R$ 500 MIL

 
Segundo depoimentos dados à Polícia Federal, o ex-governador do Amapá Waldez Góes (PDT), que concorre ao Senado, recebia uma propina de R$ 500 mil por mês para manter um contrato de fornecimento de alimentos aos internos dos presídios do estado. Reportagem do jornal O Estado de São Paulo conta que o assessor jurídico da Secretaria da Segurança Pública do Amapá Luiz Mário Araújo de Lima cooperou com a as investigações da Operação Mãos Limpas. As apurações da PF apontaram para um suposto esquema de desvios de recursos públicos no Amapá. Na semana passada, 18 pessoas foram presas, entre elas, Góes e Pedro Paulo Dias (PP), atual governador, que continuam detidos em Brasília.