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TAC DA ORLA PASSARÁ POR MUDANÇAS

Até as estruturas provisórias a serem instaladas na orla, enquanto a nova não sai do papel, encontram dificuldades burocráticas. Na avaliação da procuradora da República Bartira Góes, faltam estudos de impacto ambiental, sobre poluição sonora e cláusulas de educação ambiental para reeducar os banhistas soteropolitanos. “Vimos nos jornais uma frase que chama a atenção. Baiano não vai à praia, vai à barraca. Eles precisam ser educados para que passem a frequentar a praia. Isso precisa mudar”, defende. As sinalizações da procuradora do Ministério Público Federal (MPF) foram feitas em reunião que discutiu minuta do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), nesta quarta-feira (8). Até sexta-feira (10), o texto sofrerá ajustes de cada órgão envolvido, e será reencaminhado ao MPF. A falta do estudo de impacto ambiental atrapalhou as negociações. Segundo a procuradora, não basta apenas definir as barracas, sem saber que impactos elas causarão no meio ambiente. Informações do Correio.