DEMORA GERARÁ MAIS CUSTOS AO METRÔ
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No efeito bola de neve do atraso nas obras do Metrô de Salvador, cada tempo perdido significa mais custos que estavam fora do planejamento inicial. Devido ao período de um ano e nove meses parados à espera da conclusão das obras, os trens terão que passar por uma inspeção rigorosa, que não estava prevista no contrato inicial, antes de entrarem em testes. A empresa japonesa Mitsui, fornecedora dos seis equipamentos, que também consultou a fabricante sul-coreana Rotem, diz precisar apurar se os equipamentos apresentam algum dano por conta do tempo que estão parados. Por isso, as duas companhias exigem que seja feita uma espécie de revisão técnica dos equipamentos. A testagem dos trens, tecnicamente chamada de comissionamento, está prevista no contrato entre a Mitsui e o governo estadual, que comprou as composições por cerca de R$ 120 milhões. Mas a empresa alega que o contrato não previa que os trens iriam ficar por tanto tempo sem funcionar. Em todo o mundo, os trens são produzidos sob encomenda e sua entrega é programada para ocorrer quando todo o sistema do metrô que irá recebê-los estiver construído. Informações do A Tarde.