SETIN INTERDITA OBRA DA CLARO SEM ALVARÁ
Em paralelo à disputa com as cervejarias pelo cumprimento da Lei de Carga e Descarga, a Prefeitura de Salvador assumiu mais um embate, e pune as telefônicas que, ao instalar suas redes subterrâneas, destroem os calçamentos e asfaltos das vias públicas. Na tarde desta terça (6), uma equipe de fiscalização da Setin, coordenada pelo secretário Euvaldo Jorge, interditou uma obra da empresa Claro, em frente à sede da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal). No momento, não havia nenhum responsável pela obra, que também não tinha alvará. Na operação que fiscaliza este tipo de irregularidades, 37 obras da GVT e 10 obras da Claro tiveram seu alvará suspenso por não recuperarem o asfalto da maneira devida. "Para continuarem as suas obras, as empresas de telefonia terão que se adequar à legislação municipal, que determina que elas realizem a recomposição do logradouro público ao final de suas obras", frisou o prefeito João Henrique.