CAMACAN: PROTESTO CONTRA DIREITOS HUMANOS
Cerca de 500 pessoas interditaram, nesta quarta-feira (30), o trecho da BA-120 na entrada de Camacan, no sul do estado. Os manifestantes reclamaram da investigação do Ministério Público sobre a ação de policiais que teriam executado duas das quatro pessoas envolvidas no assassinato do taxista Egmar Pereira da Silva, 52, no último dia 20. O taxista foi morto na estrada para o distrito de Jacareci, zona rural de Camacan. Dois dos acusados do crime tentaram resistir a um cerco policial e morreram no tiroteio. Segundo o comerciante Cristiano Santos, “a população está revoltada porque não seria a primeira vez que o MP alega direitos humanos para defender bandidos e acusar policiais de execução”. A promotora de justiça Cleide Ramos diz que não acusou os policiais porque o inquérito policial sequer chegou a suas mãos. Ela apenas pediu à Polícia Civil que investigue as circunstâncias em que os dois acusados morreram, porque um dos envolvidos, de menor, disse em depoimento que os policiais mataram um homem de prenome Elezenilton, que não participou do crime. Informações do A Tarde.