DONOS DE CIRCO QUEREM POSSE DE BICHOS

Em Salvador, circo está no Aeroclube
Os advogados do Circo Portugal contestam na Justiça a decisão da juíza Ana Barbuda, que determinou o recolhimento dos animais circenses ao zoológico na última sexta-feira (11). Os argumentos principais são os de que não há legislação federal, estadual ou municipal que proíba a exibição de animais em picadeiro e que faltam provas que comprovem alegados maus-tratos. Desde sábado, dois elefantes, dois camelos, um cavalo e um marreco estão abrigados no zoológico de Salvador, em Ondina, por força de decisão judicial. A juíza atendeu a uma representação do Ministério Público do Estado (MP-BA), feita pelo promotor Heron Gordilho, e duas entidades protetoras de animais: associações Terra Verde Via e Célula-Mãe. O pedido se baseou na lei federal de crimes ambientais e no Decreto Ambiental 24.645/34, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo a advogada do circo, Gleice Brito, “o decreto foi revogado há 19 anos por outro Decreto 11/ 91, assinado pelo presidente Fernando Collor de Melo”. Informações do A Tarde.