ÀS VÉSPERAS DO 2 DE JULHO, PIRAJÁ VIVE EM CAOS
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Panteão do Gal. Labatut, símbolo de Pirajá, que sofre com falta de asfalto e transporte, poluição sonora e tráfico
O histórico bairro de Pirajá, palco da Independência da Bahia, sofre com a total desatenção dos poderes públicos municipal e estadual. Assim como o desrespeito à recente Lei de Carga e Descarga da Prefeitura, problemas históricos são registrados na área. Às vésperas da festa da Independência da Bahia é comum que os paralelepípedos sejam pintados, talvez para recepcionar as lideranças políticas que visitam o bairro na cerimônia cívica. Isso porque a pira olímpica que segue para o Largo da Lapinha é acesa no panteão do General Labatut, herói do 2 de Julho por comandar a batalha que libertou a Bahia das forças portuguesas, no largo da localidade. No mais, há problemas como asfalto esburacado em ruas tradicionais, entre elas as travessas Visconde de Pirajá e Marechal Castelo Branco, e a falta de pintura nos inúmeros quebra-molas que cortam a 8 de Novembro, via principal que liga a área ao Subúrbio Ferroviário, além do desrespeito das linhas de ônibus controladas pela empresa Axé. “Quando eu venho aqui, fico um tempão nesse ponto de ônibus. Aqui não é mole”, relata Nadja Santos, que atua em uma loja de produtos veterinários.