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MARTINS CREDITA CRÍTICAS À POLITIZAÇÃO

Foto: Max Haack/BN

O secretário Carlos Martins, da Fazenda, credita os questionamentos, resultado de uma auditoria do conselheiro Pedro Lino, à uma tentativa de politizar a questão. “Este é, sem dúvida, o modelo mais vantajoso para o Estado.  Nos primeiros 15 anos, o Estado não compartilhará lucros, só pagará os R$ 107 milhões e complementará o caixa do consórcio caso não alcance o patamar mínimo de auto- sustentabilidade. A partir do 16º ano, tudo o que render será compartido”, diz Martins. Ele explica, ainda, que a opção pela PPP se deu por duas razões: tempo e dinheiro. Para executar a obra diretamente o Estado deveria licitar o projeto e, depois, a obra, o que inviabilizaria a conclusão antes da copa. Depois, o Estado precisaria de R$ 600 milhões que não tinha.