CORTA, CORTA, CORTA

O desembargador baiano Antônio Pessoa Cardoso, da 4ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia, com absoluta coerência e sensatez, foi para a ponta do lápis e fez as contas: com um recesso do Judiciário entre Natal e Réveillon, com os dias que não se trabalha no período de duas férias anuais nos meses de janeiro e julho; além dos feriados, afora os períodos em que os magistrados adoecem, ou tiram licenças para interesses particulares, eles deixam de trabalhar por mais de 99 dias por ano.Clique aqui para ler na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no jornal A Tarde.