IMAGINE SE FOSSE PÚBLICO
Guardada as devidas proporções, a emergência de alguns hospitais particulares de Salvador pode ser comparada a de uma unidade hospitalar pública. Ontem, por volta do meio-dia, uma mãe levou seu filho à emergência pediátrica do Hospital Salvador, na Federação. O atendimento médico foi rápido, mas ao pedir um Raio X do abdômen, eis que surge o problema: apenas um aparelho de radiografia estava funcionando e segundo o funcionário, era o mais lento. O equipamento, diga-se de passagem, servia a toda a emergência e não apenas à pediátrica. Depois, na área de enfermagem da pediatria, por volta das 13 horas, não havia Dramin, remédio para vômitos, e nem álcool – elementos básicos dentro de um hospital, sobretudo na pediatria. A indignação é que nem pagando um plano de saúde, cujos valores são exorbitantes, se tem a garantia de um atendimento rápido e de qualidade.