PROCURADOR DEFENDE NEGAÇÃO DE PRISÃO DOMICILIAR
Depois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter negado ao governador afastado do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido), o cumprimento do resto de sua prisão preventiva no hospital, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, também mostrou-se não favorável a conceder privilégios ao acusado. Ele defendeu na noite desta quinta-feira (18) que o pedido de prisão domiciliar ao ex-governador também seja negado. Para ele, o benefício corresponderia à liberdade e, fora da cadeia, Arruda teria mobilidade para tentar influenciar na produção de provas do inquérito sobre o suposto esquema de corrupção no governo do DF. “A prisão domiciliar corresponderia à soltura, porque ele teria as mesmas condições de alterar provas”, defendeu Gurgel, em entrevista ao jornal O Globo.