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WAGNER TENTA MANTER SECRETÁRIOS NO GOVERNO II

O parâmetro são as eleições de 2006, em que os dois juntos responderam por mais de 263 mil votos, o petista como deputado federal e o pepista como estadual. Isso significa, na proporcional, a abertura de, pelo menos, três novas vagas aos integrantes do grupo, entre elas duas no Congresso Nacional. O ponto de corte, ainda com base no último pleito majoritário, é de aproximadamente 80 mil votos para federal e 48 mil para estadual. Isso porque Tonha Magalhães (atualmente no PR) foi a última eleita no bloco governista pelo extinto PFL, com aproximadamente 78 mil, e Paulo Câmera (hoje no PDT), também pela Frente Liberal, obteve pouco mais de 46 mil indicações. Na corrente conjuntura, Wagner perderia oito secretários até o fim do mês: Nelson Pelegrino (Justiça); Rui Costa (Relações Institucionais); Valmir Assunção (Desenvolvimento Social) e Afonso Florence (Desenvolvimento Urbano), todos do PT; João Leão (Infraestrutura), do PP, e o verde Juliano Matos (Meio Ambiente). Além dos próprios Pinheiro (PT) e Muniz (PP), único da equipe que postula vaga na AL-BA.