CRISE IGUALA HOSPITAIS PARTICULARES A SUS
Apesar do alto custo para bancar as mensalidades de um plano de saúde, as perspectivas de ter um atendimento de qualidade nos hospital privados de Salvador não são boas. A crise financeira por que passam as instituições na cidade vitimizam os clientes, que corriqueiramente não conseguem atendimento na rede credenciada dos seus planos de saúde. Foi o caso da jovem Edvani Sá, 23, grávida de cinco meses, que teve atendimento negado pelo Hospital Português, o que é proibido por lei, e teve de discutir por mais de 40 minutos no Hospital Espanhol para conseguir atendimento – ela perdia líquido. O coordenador de emergência do centro médico reconhece que não pode atender Edvani porque os 12 leitos de UTI neonatal estavam ocupados. A aposentada Áurea Paradas, 72, também sofreu com a falta de atendimento. Apesar de pagar R$ 715 mensais do plano de saúde, não conseguiu sequer uma enfermeira para medir sua pressão no Hospital da Bahia, na noite da última segunda-feira (8). Ela é hipertensa e sentia dormência no braço. O hospital divulgou que irá contratar novos profissionais. Informações do Correio.