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TAPAJÓS INSATISFEITO COM “ESMOLA” DA SECULT

Por (Rafael Albuquerque)

Orlando Santos, criador da estrutura física do trio elétrico, não gostou muito do cachê de R$ 60 mil oferecido pela Secretaria Estadual da Cultura (Secult) para a utilização da marca Tapajós, que completa 55 anos, durante os quatro dias de carnaval em homenagem ao palco sobre rodas, que faz 60 anos. O carnavalesco aceitou o valor, mas o comparou a uma “esmola” diante da importância histórica da sua criação para o Carnaval da Bahia. Ele não concordou com a utilização da marca Tapajós nos quatro dias, mas somente no sábado de Carnaval, quando será homenageado no trio de Luiz Caldas. Orlando teria entregue uma proposta ao governo do Estado para levar o trio à rua depois que soube que o projeto apresentado por Carlinhos Brown para levar sua outra criação, a Caetanave, não havia sido aprovado. Segundo ele, a proposta era de R$ 500 mil para levar o trio Tapajós à rua. Este valor foi reduzido a um cachê de R$ 60 mil e a utilização de um dos trios pagos pelo governo para uma homenagem. Com informações do A Tarde.