CONSELHEIRO
Na coluna de Samuel Celestino de hoje no jornal “A Tarde”, ele volta a tocar num assunto que já fora antes relatado: a concorrida vaga do Tribunal de Contas da Bahia (TCE). Conforme Celestino, existem muitos desentendimentos em volta do preenchimento do cargo de conselheiro do tribunal, vaga decorrente do falecimento de Ursicino Queiroz. Candidatos não faltam, diz ele, até porque se trata de um cargo importante e cobiçado. Entretanto, o caminho da escolha não deve (ou não deveria) ser trilhado fazendo mimos a quem quer o posto (e utiliza lobby) – porque aí todo mundo vai querer, porém nem todos podem usufruir do lobby. O correto, segundo Celestino, como assim parece, seria, primeiro, não atropelar o rito. E, segundo, por quem tenha competência para exercê-lo. “Aliás, o que muito se fez na Bahia foi passar sobre a legalidade, conforme a vontade (durante muito tempo) imperial do governador do Estado, que estabelecia as suas próprias regras derivadas da sua política”.