CONSELHEIRO II
Samuel segue relatando que, “no caso do TCE, estão atirando no que viu, errando no que não viu ou não se quer ver, até porque o preenchimento da vaga - se o governador Jaques Wagner está a inaugurar um tempo novo - deve obedecer aos critérios constitucionais, ao rito e à forma, de modo a não se estabelecer bagunça nem, pior, atropelar e favorecer, mesmo que desavisadamente, quem não se encaixa na forma legal, e seja beneficiado por meras questões políticas. Escolha assim deve ficar encarcerada no passado que se foi. E para não dizerem que estou a cometer um pleonasmo grosseiro porque ‘todo passado se foi’, adianto que estes trópicos são tão desvairados e tontos que, não duvidem, há passados que podem ser presentes, ou quem sabe, passados-futuros”, observa Celestino.