PROMOTORA SUBSIDIU OPERAÇÃO EXPRESSO
A investigação que culminou na Operação Expresso recolheu subsídios numa ação civil pública que o Ministério Público da Bahia move, há quase três anos, contra a Agerba e mais 18 empresas que operam no sistema intermunicipal de transporte. Já neste processo, a agência reguladora estadual era acusada de firmar com as viações, sem licitação, contratos de permissão para as linhas. Um delegado que participa da apuração confirmou ter obtido informações com a promotora Rita Routinho, do grupo do Ministério Público que apura casos de improbidade administrativa. Rita Tourinho analisou contratos firmados entre os anos de 1951 e 1994. A promotoria constatou que os acordos foram sucessivamente prorrogados, sendo que os últimos aditamentos foram feitos entre os meses de junho e agosto de 2006. As informações são do jornal A Tarde.