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CRÔNICA

DE PURPURINA E PAETÊS


Samuel Celestino
(Foto do baú)

Publicada no Jornal "A Tarde" em 17 de dezembro de 1979
Ele descobriu que a mãe era louca, muito tarde. Estava saindo da adolescência, uma adolescência para ele demorada. Aí pelos 20 anos. O certo é que a constatação surgiu em plena sessão de análise grupal, onde ele resolveu tirar a máscara e procurar explicações para a sua forma de agir. E, como natural, espicaçaram a infância do rapaz, provocaram convulsões familiares na tenra infância, desmistificaram as emolduradas figuras materna e paterna e sentenciaram, fulminando-o: a causa, ao que parece, está na mãe.
Clique aqui e leia a crônica na íntegra!