LULA SOBE NO PALCO
Não se trata tão somente da alegria que contaminou toda a delegação brasileira em Copenhague e se espraiou, com justa razão, pelo Rio de Janeiro, cidade-sede dos jogos em 2016. É fato, porém, que Lula impulsionou o Brasil à condição de destaque internacional como o País nunca teve. Mais ainda: longe de qualquer ato generoso ele está, hoje, entre os três estadistas mais conhecidos e prestigiados do mundo. Reduzo. Está entre dois. Ele, ao lado de Barack Obama. Para não recair sobre o presidente todos os loiros, o Brasil colhe hoje o que foi plantado no final do século passado, na gestão Fernando Henrique Cardoso. Tudo se iniciou – seria o marco – no sucesso do Plano Real que baniu – e isso parecia impossível – a inflação galopante que devorava e desestabilizava a economia brasileira. A continuidade da política econômica trouxe resposta positiva. De resto, destaque-se o carisma inegável de Lula, a sua espontaneidade, a sua maneira de se relacionar com os demais estadistas sem saber, sequer, uma palavra de inglês. Para não ser ranzinza, deve saber “no” e “yes.” E basta. Clique aqui para ler a íntegra da coluna de Samuel Celestino publicada hoje no jornal A Tarde.