"GESTÃO TEMERÁRIA"
Por (Daniel Pinto)
Durante a última reunião da CPI o ex-presidente da empresa, Omar Antonio Britto, admitiu que a Organização do Auxílio Fraterno (OAF) não foi contratada por meio de seleção pública e tinha "carta branca" para terceirizar serviços sem concorrência pública. O presidente da CPI, deputado Arthur Maia (PMDB), afirmou que a ilegalidade está na forma da contratação do serviço com a OAF, pois - de acordo com Maia - isso caracteriza "gestão temerária".