ENTREVISTA COM DIMITRI GANZELEVITCH

O marchand e colecionador de arte francês vive na Bahia desde 1975. Entre outras coisas, ele criou o concurso de carrinhos-de-café, com repercussão internacional, e fundou a Associação Cultural Viva Salvador. No bairro de Santo Antônio Além Carmo, mora em um sobrado considerado pelo ministério da cultura como Casa-Museu, onde sua coleção pode ser visitada. Nesta entrevista, Dimitri fala de arte e da Bahia, e diz, entre outras coisas, que "um prefeito que confessa que seu único livro de cabeceira é a bíblia, só pode ser interpretado como um espírito limitado intelectualmente. A Fundação Gregório de Mattos é o fiel espelho desta indigência intelectual. Além do mais é um cabide de empregos e não tem grana". Leia na sessão Entre Vistas!