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AUSTRALIANO É CONDENADO APÓS NEGAR HOLOCAUSTO

O australiano Frederick Toben foi condenado nesta quarta (13) a três meses de prisão por negar repetidamente o Holocausto em textos publicados na internet e por possuir material revisionista. Toben, 64 anos, é historiador e professor aposentado. Foi considerado culpado de desacato por descumprir em várias ocasiões a ordem judicial que lhe obrigava a deixar de insultar os judeus no portal do Instituto de Adelaide. O juiz do Tribunal Federal da Austrália do Sul concluiu hoje que Toben descumpriu as ordens da corte ditadas em 2002 e em 2007 para que deixasse de violar a lei australiana contra a discriminação racial, ao se referir aos judeus que se ofendem com a negação do Holocausto como seres com "uma inteligência limitada". Os advogados dele apelarão contra a sentença num prazo de duas semanas.