FOGO AMIGO DÓI MAIS

“A Bahia atravessa um tempo de mudança política histórico que, arriscaria dizer, extrapola os 16 anos seguidos de mando do carlismo. Vai muito além, retrocedendo, aos anos 60, quando o grupo começou a se formar. É mais antigo, porém. As raízes do carlismo estão no juracisismo, no coronelismo, mas na segunda etapa dele, nos anos 50. O processo de democratização do Estado se ensaiou com a vitória de Waldir Pires, em1986, mas foi perdido com o retorno de ACM ao poder, em 1990. O governador Jaques Wagner tem plena noção do papel democratizante da sua vitória em 2006, quando, principalmente após a morte do senador, se instalou no Estado um sistema plural, aberto, com a formação livre de novos conglomerados políticos e a abertura para se exercitar a política sem censura e sem medo, gerando-se partidos mais fortes e livres”. Leia comentário de Samuel Celestino nesta quarta-feira no “A Tarde”.