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CONFUSÃO NA ASSEMBLÉIA PARA VOTAR FISCO

Foto: Reprodução TV Assembléia

Luís Augusto (PP) votou contra na comissão

A sessão desta terça-feira (31) na Assembléia Legislativa da Bahia (AL-BA) foi marcada por tumultos, agressões, polêmicas e ataques mútuos entre parlamentares e platéia. A votação do projeto de reestruturação do Fisco baiano adentrou a madrugada da quarta (1º) após a oposição revirar o regimento do avesso para impedir a apreciação. Primeiramente, a bancada da minoria, por meio do deputado Gaban (DEM), um dos mais exaltados e imbuídos na reprovação, tentou impedir o pleito por questionar a instalação de uma quarta comissão para analisar a matéria, ao afirmar que das 21 proposições aprovadas na Casa, entre dezembro e janeiro, nenhuma contou com este critério. Além de Constituição e Justiça, Finanças e Educação, a de Defesa do Consumidor e Relações do Trabalho também foi listada no documento editado no Diário Oficial. O motivo era simples, de acordo com os contrários: a ala governista temia uma traição do PMDB e uma possível derrota. Em Finanças o fato se confirmou com o não do deputado Arthur Maia, mas em Educação Luciano Simões votou sim. A surpresa veio do presidente da primeira comissão, Luís Augusto (PP), que embora faça parte oficialmente do apoio ao governador Jaques Wagner, e cujo partido possui Roberto Muniz como secretário estadual da Agricultura, enunciou não. Depois na apreciação geral ele foi favorável, ao justificar que, mesmo sem concordar com o teor, a sigla estava fechada com a maioria para aprovar o projeto.