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IMBRÓGLIO E MANOBRAS OPOSICIONISTAS

Foto: Evilásio Júnior/ Bahia Notícias

O tumulto estava formado e o imbróglio instalado. Com a recusa da comissão, os opositores alegaram no regimento que seria necessária a convocação de um parecer final da relatoria e deu como exemplo um caso semelhante anterior para requerer 15 dias de adiamento. Marcelo Nilo entregou a missão a Yulo Oiticica (PT) para que refizesse o documento em 1h e após protestos reendereçou a Gaban, que afirmou que não teria condições de cumprir o prazo. O relatório voltou às mãos do petista. Após o período, mais uma manobra da oposição. Gildásio Penedo (DEM) evocou o artigo 156 da norma da AL-BA para pedir o adiamento da votação por até três sessões e não conseguiu. Governistas e opositores se confrontaram em discursos, mas o presidente Marcelo Nilo (PSDB) em idas e vindas determinou a continuidade. O líder da oposição, Heraldo Rocha (DEM) bradou: “Este parecer é eivado de inconstitucionalidade. Nossa bancada não vai participar da votação. Isto é um estupro regimental”.