IAF X SINDSEFAZ: GRUPO PRIVILEGIADO DE TOURINHO? II
Foto: Evilásio Jr./ Bahia Notícias

Cada profissional receberia até oito pontos, como reza a nomenclatura da atividade, a mais do que os demais colegas. Fala-se em remunerações de aproximadamente R$ 20 mil. “Para cuidar das grandes empresas, escolheram uma elite de empresas e auditores”, protestou o diretor jurídico do Sindsefaz, Joaquim Amaral. O “grupo de elite” seria responsável por administrar propinas e financiamentos de legendas políticas, desde administrações mais antigas da Sefaz de Albérico Mascarenhas e Benito Gama. Um dos citados nos questionamentos, Ruy Juvêncio, que seria filiado inclusive ao DEM e admite ser fiscal de grandes atacados, nega as acusações. “Eu sou filiado sim. Sou da Executiva Municipal do PPS que é base do governo. Não houve indicação a dedo. Pessoas que já tinham especialização foram escolhidas porque não há previsão de crescimento interno”, rebateu.