
A Polícia Federal (PF) ganhou de presente do FBI, órgão semelhante nos Estados Unidos, um software que permite armazenar e cruzar de milhares de dados genéticos. O programa será utilizado como auxílio à resolução de crimes e também para inocentar acusados indevidamente. Com o recurso, a PF criará um banco de dados nacional com amostras de DNA, coletadas nos locais dos crimes, de suspeitos, criminosos e também das vítimas. “Isso pode ser usado futuramente. Ou seja, uma pessoa acusada pode entrar nesse banco daqui a dez anos e dar positivo para um crime que aconteceu hoje”, explicou o diretor-técnico da Polícia Federal, Paulo Roberto Fagundes. Ao todo, 18 laboratórios de todo o país serão interligados. Nos EUA, o procedimento foi importante na elucidação de 83 mil investigações.