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ESQUEMA DE FRAUDE NA PM É MAIOR


Gracílio Junqueira foi preso na Operação Nêmesis

Mais uma empresa ligada ao lobista Gracílio Junqueira Santos, apontado como operador do esquema de corrupção que envolve oficiais da Polícia Militar, está sob investigação da Secretaria de Segurança Pública. As suspeitas são de que os coronéis presos na Operação Nêmesis beneficiaram o lobista em ses outros contratos, no valor de R$ 1,374 milhão, para fornecimento de fardas e equipamentos, todos feitos sem licitação. Uma fonte ligada à investigação do caso informou ao Correio possuir indícios de que Junqueira não usava apenas a Asserv Empreendimentos e a Central de Negócio para superfaturar contratos com a PM, o Corpo de Bombeiros e a Guarda Municipal. Através de dados obtidos no site Transparência Bahia, surgiu o nome de outra empresa como fornecedora de fardas e equipamentos: a Tecno Import Comércio, Representação e Serviços Ltda., situada em um edifício comercial. Figuram como sócios, além do lobista, a ex-gerente do Bradesco Jocélia Fernandes Oliveira, presa junto com mais 11 pessoas na última quinta-feira na Operação Nêmesis.