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IMBRÓGLIO NOS CÁLCULOS É CAUSADO PELO PR

Por (Evilásio Júnior)

A indefinição no PR, partido que apóia o governo Lula no plano nacional, mas na Assembléia Legislativa da Bahia (AL-BA) é rachado, causou um imbróglio na hora da distribuição das comissões permanentes da Casa entre os blocos parlamentares. Dos seis deputados da legenda, o líder Pedro Alcântara, Gilberto Brito, Ângelo Coronel e Ivo de Assis, que apoiaram a candidatura do presidente Marcelo Nilo (PSDB) à reeleição, tendem ao governo, mas Elmar Nascimento, que foi candidato da oposição no pleito, e Sandro Régis já declararam que estão do lado oposto. O líder governista Waldenor Pereira (PT)justificou que não errou nas contas, mas só analisou como base de cálculo as alas da maioria e da minoria. “Não há consideração de bloco independente em nenhum parlamento do país. Mas se o PR ficar fora, aí o cálculo de Gildásio Penedo está certo”, ponderou. O democrata defende que a equação não integre o PR em nenhum dos lados, o que daria ao seu bloco o direito a três comissões. Haverá uma reunião na manhã desta quinta (5) entre os líderes das bancadas e o presidente Marcelo Nilo para definir a emaranhado. Caso a oposição consiga o objetivo, quem será punido com a oficialização do paredão do PR é o PCdoB, que perderá a pasta que teria no cálculo do governo.