União Brasil convida Alexandre Aleluia a voltar ao partido após apoio para presidência da Câmara de Salvador
Por Victor Hernandes / Paulo Dourado
O União Brasil convidou o vereador Alexandre Aleluia (Novo) para voltar ao partido no mesmo dia em que ele recebeu o apoio oficial de 23 dos 43 vereadores para disputar a presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS). O convite foi revelado nesta sexta-feira (23) pelo vereador Cláudio Tinoco, do União Brasil, em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo ele, Aleluia recebeu bem a proposta e está analisando o convite.
“Quero destacar que, além de acompanhar o trabalho dele, ele foi correligionário do União Brasil. Nós fizemos o convite para que Aleluia retorne aos quadros do partido. Ele recepcionou e está analisando o convite”, disse Tinoco.
Os apoios a Aleluia foram confirmados em reunião na sede do União Brasil, com a presença de lideranças do Progressistas, PSDB, Cidadania, PL, DC, PRD, PDT e Novo. Com 23 votos, o vereador já tem a maioria absoluta da Casa, ou seja, mais da metade dos parlamentares. Atualmente, ele preside a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, responsável por analisar se os projetos estão de acordo com a lei.
“É uma grande honra para mim receber o apoio da maioria dos vereadores de Salvador para presidir a primeira Casa Legislativa do Brasil. Já temos o apoio de 23 dos 43 vereadores e seguimos construindo até o final do dia de hoje mais alianças para que seja uma eleição tranquila e verdadeiramente democrática, com a maioria absoluta dos edis”, afirmou Aleluia.
Declararam apoio oficial a Aleluia os vereadores Alberto Braga, Alex Alemão, Anderson Ninho, André Fraga, Cézar Leite, Cláudio Tinoco, Cris Correia, Débora Santana, Duda Sanches, Fábio Souza, Isabela Sousa, Jorge Araújo, Kiki Bispo, Marcelle Moraes, Marcelo Guimarães Neto, Orlando Palhinha, Omarzinho Gordilho, Paulo Magalhães Júnior, Rodrigo Amaral, Sandro Filho, Sandro Bahiense e Teo Senna, além do próprio Aleluia.
Aleluia foi eleito vereador em 2016 e 2020 pelo DEM, partido que em 2022 se fundiu ao PSL para formar o União Brasil. Em 2024, ele se reelegeu pelo PL e, em abril de 2026, trocou de legenda durante a janela partidária, período em que os parlamentares podem mudar de partido sem perder o mandato, e se filiou ao Novo.
