Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Após alta médica, André Janones afirma que extrema direita perdeu hegemonia nas redes

Por Redação

Após alta médica, André Janones afirma que extrema direita perdeu hegemonia nas redes
Reprodução / Instagram @andrejanones

O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que a extrema direita não voltará a ter hegemonia nas redes sociais ao receber alta médica nesta terça-feira (20), após ser internado com arritmia cardíaca em São Paulo. Grande nome da mobilização digital da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar disse que pretende retomar os trabalhos na reta final da disputa presidencial.

 

“Uma revolução digital no nosso país” foi como Janones definiu a estratégia desenvolvida durante a campanha. Segundo ele, o conhecimento sobre o funcionamento dos algoritmos e as formas de ampliar o alcance de publicações favoráveis ao petista já foi compartilhado com outros apoiadores.

 

“A extrema direita nunca mais vai ter hegemonia nas redes sociais, porque o conhecimento que eu tenho relacionado à maneira de usar as redes sociais, a maneira como o algoritmo funciona, eu passei ele adiante, eu já joguei ele no mundo, então ele não está mais comigo”, declarou.

 

Janones estava internado desde a madrugada de segunda-feira (19), depois de passar mal durante o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela TV Bandeirantes. De acordo com a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, responsável pelo atendimento, o quadro foi provocado por um pico de estresse, associado a fatores como alimentação e sono inadequados e uma descarga de adrenalina e cortisol. 

 

Na reta final da campanha, o deputado pretende voltar à mobilização de apoiadores por meio do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, que reúne mais de 5 milhões de seguidores, segundo a reportagem de O Globo. A ferramenta compartilha mensagens, vídeos, áudios e orientações para ampliar o alcance de conteúdos favoráveis ao presidente.