Advogado que aceitou condenação de cliente morreu de causas naturais, diz Polícia Civil
Por Redação
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu, em setembro, que a morte do advogado Rodrigo Pantaleão, de 53 anos, foi em decorrência de causas naturais. Pantaleão morreu em junho deste ano, um mês depois de concordar com a condenação do próprio cliente em uma audiência do TJSC (Tribunal de Justiça de Santa Catarina).
Quando ele foi encontrado morto em sua casa, a OAB-SC (Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina) se manifestou pedindo a investigação do caso e afirmou que se houvesse qualquer indício de que o crime tivesse relação com o exercício da advocacia, iria cobrar a responsabilização dos indivíduos.
Desde então, o caso passou por investigações e, após a análise de exames, a corporação informou que não identificou sinais de violência ou causas externas, como participação de terceiros em um possível homicídio, que pudessem indicar ato criminoso. O laudo de necropsia também concluiu que ele morreu por causas naturais.
Por isso, não houve indiciamento e o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário, que adotará as devidas providências.
