Secretário Felipe Freitas diz que Jerônimo 'ganhou na urna e não na pesquisa'
Por Eduarda Pinto
O secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Felipe Freitas, comentou, nesta quinta-feira (3), sobre os resultados do governador Jerônimo Rodrigues nas pesquisas eleitorais como candidato à reeleição. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1), Freitas destacou que, apesar de serem importantes para a campanha, as pesquisas são limitadas e, a exemplo de 2022, o grupo petista “ganhou na urna e não na pesquisa.”
Ele continuou falando sobre a pesquisa AtlasIntel, divulgada também nesta quinta. Segundo ele, o cenário até o momento é muito parecido com o de 2022, na vitória de Jerônimo Rodrigues.
“A Atlas fez a pesquisa e acertou na última eleição. Eu fui olhar o resultado que tínhamos na eleição passada, quatro anos atrás, que é rigorosamente a mesma coisa. Em setembro, nesse período de setembro de 2022, nós tínhamos um empate técnico, com o nosso adversário um ponto, dois pontos à frente. A partir da segunda semana de setembro, a gente começa a se distanciar nessa pesquisa e ganha a eleição”, relembra o gestor.
Felipe Freitas destaca ainda que “nos outros institutos de pesquisa, a gente seguiu atrás até o dia da eleição.” Segundo ele, é preciso ter em mente que “nós ganhamos a eleição foi na urna, não foi nas pesquisas.” “Então, convém que a gente não fique olhando somente para a pesquisa, porque senão a gente vai dar errado. É igual a quando você está dirigindo um carro: você tem que olhar para o retrovisor, tem que olhar para a esquerda, você tem que olhar para a frente; se ficar olhando só para o retrovisor, você bate o carro. Então, a gente tem que olhar para a urna, para a eleição”, defende o jurista.
O secretário conclui dizendo que “o que ganha a eleição é a urna, convencer as pessoas a, no dia do domingo, levantar, vestir sua roupa, pegar seu documento e votar.” “É isso que é o foco na eleição. Todo o resto é igual ao retrovisor de um carro: você olha para poder fazer a manobra, não bater e tal, mas não dá para ficar olhando só para o retrovisor, senão você bate o carro”, completa.
