João Roma defende equilíbrio entre Poderes e prioriza segurança jurídica
Por Lucas Vieira
O presidente estadual do Partido Liberal (PL) na Bahia e pré-candidato ao Senado, João Roma, defendeu nesta segunda-feira (3) a necessidade de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes da República. Ele afirmou que a segurança jurídica deve estar entre as principais prioridades do país. A declaração ocorreu durante entrevista ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias, na série especial Vota BN.
“Eu acho que já falei até aqui mesmo no Projeto Prisma, que perguntaram qual seria o maior problema do Brasil, eu disse que certamente é a segurança jurídica. [...] É fundamental, sim, que a gente restaure o equilíbrio dos poderes. E o Senado da República tem um papel fundamental”, afirmou.
Segundo Roma, a estabilidade das instituições é uma condição necessária para o crescimento econômico e social. Para ele, o cumprimento das obrigações pelo Estado é fundamental para garantir confiança e previsibilidade. “Eu não vi nenhum país prosperar sem segurança jurídica, sem o cumprimento das obrigações, especialmente partindo do Estado”, declarou.
Questionado sobre a ausência de Jair Bolsonaro na disputa presidencial e sobre uma eventual dificuldade para ampliar a votação da direita na Bahia, Roma disse acreditar que sua candidatura possui uma construção própria no estado. “A construção nossa aqui na Bahia tem sido uma construção legítima, orgânica e completamente assimilada pela população. Nós fizemos um dever de casa muito bem feito”, afirmou.
Roma também destacou a relação de sua pré-candidatura com a de ACM Neto ao Governo da Bahia. Segundo ele, a composição deve contribuir para o desempenho eleitoral do grupo. “A minha campanha está atrelada com a campanha de ACM Neto, uma campanha que mostra com clareza que é fundamental a gente passar por uma mudança verdadeira no Estado da Bahia”, declarou.
Entre os temas mencionados pelo ex-ministro estão a redução de impostos, a responsabilidade com os recursos públicos e medidas voltadas ao cotidiano da população. Roma afirmou ainda que pretende exercer um eventual mandato no Senado com foco nas prerrogativas da Casa, sem adotar uma postura baseada em revanchismo.
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