ACM Neto propõe Governadoria da Segurança e metas de redução de homicídios em plano de governo na Bahia
Por Victor Hernandes
O candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União), publicou nesta quarta-feira (30),o Plano de Governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para os anos de 2027 a 2030, caso vença as eleições. Um dos pontos elencados nas propostas do ex-prefeito de Salvador trata de uma ação de combate a violência na Bahia.
A iniciativa na área de Segurança Pública aponta que o Governador assuma o comando direto das políticas e operações centralizada na criação da Governadoria da Segurança.
A iniciativa é vista no programa como uma mudança de comando das ações de segurança, onde a proposta aponta uma mudança no modelo de delegação para secretários para um exercício pessoal e direto do chefe do Executivo
Com isso, o governador assumirá o comando direto das políticas e operações. O plano se organiza em oito pilares estratégicos, incluindo:
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Tolerância Zero no Cárcere: Bloqueio total de comunicação e isolamento de lideranças criminosas
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Inteligência e Tecnologia: Expansão do reconhecimento facial e uso transversal de drones.
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Pacto pela Vida das Mulheres: Implementação da DEAM Virtual e monitoramento ativo de agressores.
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Valorização Profissional: Melhoria salarial negociada e o Programa Porto Seguro para moradia de policiais
Além disso, outras medidas de enfrantamento ao crime visam ainda:
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Reuniões Semanais: Presididas pessoalmente pelo Governador com o Secretário da Segurança Pública e os comandantes gerais da Polícia Militar, Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Técnica.
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Reuniões Mensais: Envolverão todos os comandos regionais.
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Apresentação de Metas: Cada comandante regional deverá apresentar seus indicadores, metas e pendências diretamente ao Governador. O que não avançar será cobrado publicamente.
Outro ponto elencado no ato diz respeito a gestão baseada em dados em tempo real
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O sistema será alimentado por dados do Centro de Operações e Inteligência (COI) e do CICC, mas com uma mudança de foco: em vez de apenas contar prisões, os comandos serão cobrados por metas públicas de redução de homicídios e de letalidade policial.
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Transparência: O modelo prevê a publicação semestral de resultados para que o cidadão possa verificar se a segurança prometida está sendo entregue.
