Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Salvador

Notícia

Após operação contra vereador, Kiki Bispo rejeita instalação de comissão de inquérito e uso político: “Não fizemos isso com Wagner” 

Por Eduarda Pinto

Após operação contra vereador, Kiki Bispo rejeita instalação de comissão de inquérito e uso político: “Não fizemos isso com Wagner” 
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O vereador e líder da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), Kiki Bispo (União), disse não ter “clima” para a abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara Municipal de Salvador (CMS) após ações do Ministério Público contra o vereador George Gordinho da Favela (PP). Em declaração dada nesta quinta-feira (16), afirmou que uma investigação não seria competência da CMS. 

 

“A gente pede que a oposição tenha responsabilidade com os fatos, até porque me causa estranheza a questão da competência. A Câmara não tem competência para acompanhar um fato desse episódio”, destaca o líder do governo municipalista no Legislativo. 

 

Ele completa que “como se trata de um vereador, qualquer vereador pode acompanhar os fatos do Ministério Público, do Judiciário, pertinente a cada um, mas a Câmara, ao meu modo de ver, não tem legitimidade e competência para instalar uma CEI nesse momento”. 

 

A criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) foi defendida pela vereadora Aladilce Souza (PCdoB). Em um pronunciamento recente, ela destacou que  a operação do Ministério Público revelou um esquema envolvendo empresas que somaram quantias significativas em repasses da prefeitura, que afetaram o erário público. 

 

Para Kiki, a prioridade do grupo é evitar que o tema se torne um “palanque político” da oposição na capital. “É claro e evidentemente que nós não vamos permitir, sobretudo que um fato dessa natureza, que tem o Judiciário e o Ministério Público acompanhando, se torne um palanque político”, sustenta. 

 

Segundo ele, essa é uma postura que o próprio grupo, que atua como oposição estadual ao governador Jerônimo e ao PT, já demonstra. “Não fizemos isso com Wagner quando ele teve a casa invadida em um mandado de busca e apreensão, justamente por entender que existe um foro competente para poder cuidar dos assuntos”, finaliza.