Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Brasil

Notícia

Orçamento da Igreja da Boa Viagem salta 45% e pode chegar a R$ 10,4 mi, mas repasse não é garantido

Por Mauricio Leiro / Paulo Dourado

Orçamento da Igreja da Boa Viagem salta 45% e pode chegar a R$ 10,4 mi, mas repasse não é garantido
Foto: Amanda Tropicana / Ministério da Cultura

O orçamento das obras de restauração da Igreja e Hospício da Boa Viagem, em Salvador, pode saltar de R$ 7,2 milhões para aproximadamente R$ 10,4 milhões após o Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (CFDD) aprovar, em maio de 2026, um reajuste de 45% sobre o valor original. A aprovação, no entanto, tem caráter apenas autorizativo e não garante o repasse imediato, condicionado à existência de recursos disponíveis.

 

O presidente do conselho esclareceu durante a reunião que não há disponibilidade orçamentária no momento para cobrir o aumento solicitado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A formalização do aditivo ao contrato depende de verificação futura de recursos, em um cenário de restrições financeiras enfrentado pelo fundo. A aprovação foi decidida por maioria, após debate entre os conselheiros sobre o impacto da medida.

 

As obras tiveram início em abril de 2025 e contemplam a recuperação do templo e a implantação de uma hospedaria, com o objetivo de fortalecer o turismo religioso e garantir a sustentabilidade econômica do bem. Os recursos são oriundos do Iphan e do Fundo de Direitos Difusos (FDD).

 

Inaugurada em 1741, a Igreja da Boa Viagem passa pela primeira grande intervenção estrutural de sua história. O templo havia sido interditado pelo Iphan em fevereiro de 2025, uma semana após o acidente que deixou uma turista morta na Igreja de São Francisco, no Pelourinho. Em janeiro deste ano, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, visitou as obras em andamento.