Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Mulher é presa por embriaguez ao volante pela 3ª vez em menos de dois anos

Por Redação

Mulher é presa por embriaguez ao volante pela 3ª vez em menos de dois anos
Foto: Reprodução Instagram

Anna Raphaella Lucena da Cunha Lima, de 41 anos, foi presa em flagrante na madrugada deste sábado (6) após colidir uma Land Rover Defender contra uma placa de sinalização na Esplanada dos Ministérios. Esta é a terceira prisão da condutora em um período de apenas um ano e cinco meses.

 

O teste de alcoolemia realizado no local apontou 0,74 mg de álcool por litro de ar, o que representa mais que o dobro do limite estabelecido por lei para configurar crime de trânsito.

 

A motorista foi encaminhada à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), onde precisou ser mantida algemada para a garantia da ordem pública. Ela foi liberada horas depois, após o pagamento de uma fiança estipulada em R$ 8 mil. Apesar do impacto, que destruiu a parte frontal do veículo de luxo e espalhou destroços pela via, ninguém ficou ferido.

 

De acordo com o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), a tolerância para o consumo de álcool ao volante é zero. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estipula que índices iguais ou superiores a 0,3 mg/l de ar alveolar configuram crime de trânsito. A penalidade para o caso inclui detenção de seis meses a três anos, multa gravíssima e suspensão ou proibição de se obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 

Anna Raphaella já é conhecida das autoridades do Distrito Federal por envolvimento em outros episódios polêmicos. Em setembro do ano passado, ela foi detida após descer de um carro no meio da rua, tirar a roupa e urinar em via pública. Na ocasião, ela e um acompanhante também apresentavam sinais visíveis de embriaguez.

 

Durante o registro daquela ocorrência na mesma 5ª DP, a mulher protagonizou uma confusão que durou cerca de uma hora. Sem conseguir responder a perguntas básicas sobre sua profissão, ela afirmou aos agentes que estava "incorporando uma entidade". Diante dos policiais de plantão, passou a prever "tragédias e desgraças" e chegou a ameaçar a equipe, afirmando que "a filha de um delegado iria morrer".