Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Política

Notícia

Bacelar defende rapidez em aprovação do fim da escala 6x1 mas aponta entraves no Congresso: “Todo avanço se dá com luta” 

Por Eduarda Pinto

Bacelar defende rapidez em aprovação do fim da escala 6x1 mas aponta entraves no Congresso: “Todo avanço se dá com luta” 
Foto: Liz Fontes / Bahia Notícias

O deputado federal Bacelar (PV-BA) afirmou que a “vontade da sociedade brasileira” é a redução da escala de trabalho de 6x1 e esse tema deve ser prioridade no Congresso Federal. Em entrevista à Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (25), o parlamentar destaca que a esperança é de que o tema seja aprovado ainda no primeiro semestre. 

 

"Essa é a minha esperança, essa é a vontade da sociedade brasileira”, disse. Ele complementa ainda que a discussão que veio à tona no Brasil é resultado de uma tendência mundial. 

 

“Meu livro de cabeceira atualmente é 'Sexta-Feira é o Novo Sábado', de Pedro Gomes, que mostra como a semana de quatro dias é fundamental para a economia. E olha, isso não é sonho não, já várias empresas nos Estados Unidos, Dinamarca, em outros países da Europa já testam a escala 4x3. É uma tendência mundial, tendência econômica. A escala 6x1 é uma escala escravizante", ressalta o deputado. 

 

Bacelar comenta ainda sobre as resistências encontradas no Legislativo Federal acerca do tema: "Infelizmente, a elite brasileira, que no meio político é representada pelo 'centrão', é uma elite retrógrada", afirma. O deputado lembra ainda que os debates sobre direitos trabalhistas no Brasil se fundamentam nas mesmas pautas: uma possível crise econômica; Ele cita que esse foi o posicionamento dessas elites em todas as políticas de desenvolvimento do país, como o fim do regime escravagista, a implementação do 13° e do salário mínimo. 

 

"Então, todo o avanço da classe trabalhadora no Brasil se dá com muita luta, se dá com o povo das ruas, e é isso que eu espero", ressalta. Por isso, em sua visão, a defesa pelo fim da escala deve ser contundente, visando uma mudança atual, sem uma transição longa.

 

"Esse projeto do Presidente Lula e que nós abraçamos é a jornada de 40 horas semanais, o que vai dar uma escala 5x2, que muitas categorias já utilizam no Brasil. Então não precisa ter prazo para implantar. Chegaram a inventar 10 anos em uma transição, eu sou contra", finaliza.

 

Confira a entrevista completa: